Ontem tive a oportunidade de participar da fase final do VI Health Systems Innovation Hackathon, promovido pelo InovaHC, MOSO Venture Design Builder e pela Harvard T.H. Chan School of Public Health.
Mais de 30 grupos apresentaram soluções inovadoras com o uso de inteligência artificial para o diagnóstico, tratamento e controle de doenças. Os três melhores projetos da fase brasileira agora representarão o nosso país na final internacional em Boston, competindo com equipes de outros 19 países.
Destaque para os temas:
- Uso racional de antimicrobianos
- Diagnóstico e tratamento precoce do autismo.
- Diagnóstico antecipado de crises de epilepsia em casos de EMA.
Acompanhei com entusiasmo o projeto AMY, voltado para o tratamento da ambliopia, um desejo de tido oftalmologista . Apesar de não estar entre os vencedores, foi gratificante ver sua evolução – especialmente por ser sua terceira participação em hackathons, refletindo resiliência, aprendizado e crescimento. Anexo foto com o grupo Amy.
Parabéns aos organizadores, jurados e todos os times participantes. Eventos como esse mostram o quanto a intersecção entre saúde e tecnologia pode transformar o cuidado médico.